Nada como o tempo para fazer caírem as mascaras.
Há pouco tempo atrás, o ex-presidente Bolsonaro era frequentemente chamado pela mídia de genocida, ditador, fascista, dentre outras coisas, ainda que não tenha feito, de fato, nada objetivamente contra a liberdade dos brasileiros.
O novo governo de Lula, muito mais radicalizado que os anteriores, já trouxe Nicolas Maduro ao país, se recusa a apoiar a Ucrânia no conflito com a Russia, deu benessess a congressistas para manter ministérios e até mesmo indicou o próprio advogado pessoal para o STF, em uma evidente tentativa de continuar o já avançado aparelhamento do judiciário.
O que a imprensa tem a dizer sobre isso? Vejamos:

O outro era um genocida, o atual, paz e amor, as vezes tropeça em “cascas de banana”. Que crítica balanceada.
E o Reinaldo Azevedo por sua vez achou “inconveniente” a indicação do advogado de Lula ao STF. Que fofo.

É esse o nível máximo de crítica que vocês irão ver da imprensa tradicional com relação ao Lula. “Deselegante” e por ai vai.
